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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Contra o vício do computador, pais devem estimular atividades sociais e físicas


Videogame, celular e computador garantem o entretenimento da criançada nas férias sem sair de casa, mas limitam a socialização dela com o mundo exterior, além de poder trazer malefícios de uma vida sedentária.
Ensinar quando e como usar. É ideal mostrar para a criança que não é para usar o celular na sala de aula, mas em contexto de necessidades reais. É importante também colocar o uso desse celular dentro de limites econômicos e de segurança. Hoje em dia, as crianças começam a competir sobre qual é o celular mais legal. Se, na geração passada, as crianças comparavam os tênis e as roupas de marca, hoje essa parafernália tecnológica entrou como uma negociação no processo de auto-afirmação do jovem. E essa é uma tendência muito nociva na constituição do indivíduo, porque você reforça o "ter" sobre o "ser".
Com adolescente, isso é mais complicado, mas você pode compensar a supervisão por conscientização, ensinando o jovem a se proteger. Além disso, existem mecanismos de bloquear sites. Junto com o controle, existe uma conversa. Isso garante? Não, mas é o mínimo que se pode fazer. O maior problema do computador é quando ele vira babá eletrônica e os pais perdem a noção do que acontece com seus filhos.

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